Juiz pronuncia o filho do prefeito de Aurora por homicídio doloso qualificado
O estudante Marcone Tavares, de 19 anos, vai sentar no banco dos réus em data a ser agendada por conta da Ação Penal de Competência do Júri.
O estudante Marcone Tavares, de 19 anos, vai sentar no banco dos réus em data a ser agendada por conta da Ação Penal de Competência do Júri.
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A justiça de Aurora apresentou sentença de pronuncia contra um jovem por homicídio doloso qualificado no trânsito. O estudante Marcone Tavares de Luna Filho, de 19 anos, vai ao banco dos réus por conta da Ação Penal de Competência do Júri. Além da pronuncia, o juiz da Comarca de Aurora José Gilderlan Lins determinou a revogação do monitoramento eletrônico do acusado e manteve outras normas cautelares. O magistrado pronunciou ainda Rafael Batista Pinheiro, o “Galo Seco”, por crime de falso testemunho, e Sílvio Bezerra Benício acusado de fraude processual. Entretanto, denunciados exclusivamente por crimes conexos ao homicídio imputado a Marcone, cuja denuncia não é atribuída a ambas as partes por prática de crime doloso contra a vida. Ele é filho do prefeito de Aurora, Marcone Tavares de Luna, e tinha conquistado a liberdade no último dia 23 de junho. De acordo com os autos do processo, na manhã do último dia 4 de maio, na CE-153 na altura do Sítio Caiçara em Aurora, Marcone Filho, atropelou e matou o idoso Francisco Carneiro de Araújo, de 74 anos, o Chico de Matias, que residia no Sítio Recreio. Ele foi indiciado após atento trabalho de investigação da Polícia Civil e denunciado pelo Ministério Público resultando na sua prisão preventiva no dia 18 de junho. Depois, houve a reconsideração do próprio juiz que substituiu a prisão preventiva pelas medidas cautelares. Uma delas com o uso de tornozeleira eletrônica agora revogada. Marcone está na obrigação do comparecimento mensal ao fórum, além da proibição de frequentar bares casas noturnas e estabelecimentos congêneres e de manter contato com os outros dois denunciados. De acordo com a decisão, sair de Aurora apenas frequentar as aulas em Juazeiro e pernoite quando houver necessidade. Dentre outras normas o recolhimento noturno, fins de semana e suspensão da sua Carteira de Habilitação. Após atropelar e matar Chico de Matias, Marcone abandonou o Corolla Cross na rodovia e desapareceu se apresentando depois. Segundo os autos, dirigia o carro quando perdeu o controle de direção, invadiu o acostamento e atingiu a vítima pelas costas. O impacto foi tão forte que o veículo percorreu mais 30 metros até parar. Testemunhas relataram que ele estava embriagado desde a noite anterior, tendo participado de festa onde oferecia bebidas alcoólicas e ainda fazia manobras perigosas em alta velocidade.
Informações: Asscomjudtiça/ Franciolli Luciano jornalista /registro profissional MTB nº0003901.
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